terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mulher desaparece em Passo Fundo (RS), e família oferece R$ 7 mil a quem tiver pistas

A família da policial militar Luane Chaves Lemes, 23, desaparecida há oito dias em Passo Fundo (280 km de Porto Alegre), norte do Rio Grande do Sul, está oferecendo uma recompensa no valor de R$ 7.000 por informações que levem ao paradeiro da jovem. Luane sumiu na manhã do último dia 19, quando saiu de casa vestindo calça, moletom e armada com sua pistola. Desde então não foi mais vista. Há uma semana , polícia e familiares realizam buscas pela região, sem sucesso. Nesta terça-feira (27) foi entregue à delegada Daniela de Oliveira Mineto, que investiga o caso, o relatório da quebra do sigilo telefônico da policial militar. A polícia está aguardando também os registros de movimentações bancárias de Luane. Com imagens de câmeras de vigilância da cidade, foi possível reconstituir parte dos passos da mulher na manhã em que desapareceu. Além de sacar dinheiro num caixa eletrônico, ela fez compras em um açougue. Depois, Luane chegou a passar na casa do ex-namorado, que, segundo a polícia, estava trabalhando naquele momento. Uma das pistas deixadas pela policial militar antes de desaparecer foram mensagens ao ex-companheiro via celular. Datadas da noite anterior ao sumiço, elas diziam “Nunca mais” e “você nunca mais vai me ver, você não está levando a sério, mas vai saber”. Suicídio e crime passional são algumas das linhas de investigação da polícia. fonte site uol

“O preconceito ainda é muito forte”

Aos 16 anos, Kleber Mendes descobriu que tinha aids. Ele teve uma relação sexual desprotegida e contou à mãe. Ela pediu que Kleber fizesse todos os exames e o vírus HIV foi diagnosticado. Depois disso, o jovem viu sua vida mudar completamente. “Tive vários tipos de preconceito na escola. Apanhei, pessoas me xingavam e saiam correndo. Passava no corredor e começavam a gritar. Entrei no meu primeiro emprego e o meu chefe não podia me demitir, mas fazia de tudo para eu me demitir porque não queria um funcionário que tinha que fazer exames periodicamente”, relata. A princípio, Kleber pensava que tudo o que estava acontecendo era um castigo divino por ele ter tido relação com outro homem. Por isso, decidiu entrar no seminário. “Depois de um tempo lá, o padre pediu para que todos os seminaristas fizessem exame, porque nessa época muitos morreram em decorrência da aids. Fiz o teste, deu positivo e o padre me mandou embora”, conta. Para tentar superar tudo, Kleber começou a estudar Filosofia e a militar em prol dos portadores do vírus HIV. “Por meio da militância, consigo mostrar a força de continuar vivendo. É muito desafiante viver com aids. E o que me faz viver é isso: mostrar para os outros que vivemos normalmente como outras pessoas, embora viver com a doença tenha suas consequências. Afinal, é difícil para as pessoas entenderem que a aids é uma doença crônica. Mais do que uma doença biológica, a aids é uma doença moral, social”, desabafa o jovem. E foi com esse pensamento que Kleber, hoje com 28 anos, decidiu participar da campanha “Somos iguais. Preconceito não”, do Ministério da Saúde. “Para mim, foi um grande desafio, porque participar de uma campanha desse porte é dizer para todas as pessoas que tenho aids. Não é uma questão de aparecer ou de ficar próximo dos artistas, eu faço isso para que as pessoas já infectadas não passem pelo que passei, porque o preconceito ainda é muito forte”. fonte ministério da saúde

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima. Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é...Autenticidade. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento. Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito. Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio. Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade. Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a... Humildade. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude. Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é... Saber viver!!! Charles Chaplin

sábado, 24 de setembro de 2011

Avião que trouxe Paula Fernandes para o RN quase sofre acidente na Paraíba

com informaçoes do blog de Eduardo Dantas


A cantora Paula Fernandes que já está no Rio Grande do Norte onde faz show em Caicó nesta sexta-feira e estará em Natal neste sábado, passou por um grande susto antes de embarcar para terras potiguares.

Na noite de quinta-feira por volta das 19h15 o avião modelo Learjet com a cantora e a sua produção quase atropelou uma vaca ao pousar na pista do Aeródromo Brigadeiro Firmino Ayres em Patos-PB

Ao realizar os procedimentos padrões o piloto do jato teve dificuldades para realizar o pouso por conta de uma vaca que se encontrava na cabeceira da pista. O piloto ao descer do avião se dirigiu logo aos policiais militares que fazem a segurança do local para reclamar da presença do animal.

Os policiais disseram que a presença dos animais no local é constante e que ele não estranhasse. O piloto alertou-os para o risco que o animal estava causando e relatou a tensão e o medo na hora do pouso temendo acontecer uma tragédia.

DENUNCIE - 190